terça-feira, 30 de novembro de 2004

Piadinhas íntimas:

KIT BULLA
- anticoncepcional
- KY Gel
- Montanhas de camisinha

KIT CACHOEIRA
- Uma ballinha e duas bolachinhas

(hihihihihihihihihihihihihi!)
Volte-ei!
Depois de uma viagem maravilhosa com meu amor, explorando as belezas da Chapada dos Veadeiros, de Pirenópolis e da Cidade de Goiás, estou de volta ao quadradinho.
Bronzeada, energizada, feliz e apaixonada.

quarta-feira, 17 de novembro de 2004

Felicidade
Ela pode ser medida?
Como?
...
Não me interessa.
Basta, apenas, senti-la.

sábado, 13 de novembro de 2004

24 HORAS
con
ta
gem
re
gres
si
va
...
EBAAAAAAAAA!
Um dia importante!
Hoje casa uma das pessoas que mais amo. Eu seria sua madrinha não fossem as atuais condições financeiras. Porém, hoje não é dia de nada que possa evocar tristeza.
***
Hoje, a Ju vai realizar um sonho. Hoje, ela vai dar um grande passo para se tornar a mulher que sempre desejou ser.
***
Ela já é linda, já é uma profissional do carrrálho, sempre foi uma boa filha, um ser amoroso e fiel aos seus princípios. E ainda vai ser mais, aprofundar mais, acrescentar mais, pois o amor que possui precisa encontrar novas formas de se expressar.
***
Neste dia lindo,
ímpar,
e,
sobretudo,
muito, muito feliz,
eu te digo que estou contigo, minha amiga.
Segue! Vai! Ama!
Acredita!
E ensina como a felicidade é algo mais próximo do que a gente imagina.

quarta-feira, 10 de novembro de 2004

A seis pessoas de distância no mundo
Cara, quem me conhece, sabe dessa minha teoria... Sabe que eu piamente acredito que estamos a, no máximo, seis pessoas de distância de qualquer outra pessoa no globo terrestre. Empiricamente, essa teoria pode ser aplicada assim: fulano que conhece fulano, que é amigo de sicrano, que, por um acaso do destino, é colega de trabalho de alguém, que, inacreditavelmente, é ex-namorado da irmã da sua vizinha. Ou sicrano que morou na Europa por um tempo, trabalhou com fulano, que é o melhor amigo de sicrano, que conheceu seu melhor amigo durante um congresso internacional no Chile. Enfim, essa teoria comporta inúmeras variações e todas perpassam por redes de relacionamentos.
Pois então... Eu, aqui em Brasília, uma cidade na qual nasci mas onde vim parar por pura obra dos deuses acadêmicos, onde conhecia apenas uma única pessoa, fui apresentada hoje a uma amiga de uma amiga recente, que não só conhece, como estudou com pessoas que eu conheço e que são (ou foram) muito próximas a mim. Sendo assim, cheguei a seguinte conclusão: ESTOU ULTRAPASSADA! DATADA!(Como diz o velhinho doidão que é meu professor de filosofia.)
Preciso reformular minha teoria urgentemente!
Preciso incluir nesta teoria cláusulas que dêem conta da globalização, do Orkut, do fato que, em 99% dos casos, acabamos nos relacionando com pessoas que fazem parte do nosso circulo social (por mais pedante que isso seja), de que falando de Brasil e São Paulo essas conexões são mais restritas, e, principalmente, que se você for - ou se considerar, ou tiver green card - cearense as suas conexões com o mundo são muuuuuuuito mais abrangentes!
Res.pi.ran.do
Simples assim. Fácil assim.
Sem me importar muito, sem me apegar tanto.
Tentando apenas me manter viva...
Porque nem sempre a gente tem que ter saco.

domingo, 7 de novembro de 2004

Cerrado Cultural
Esse fim de semana foi excelente. Na sexta saí com alguns amiguinhos do mestrado e fomos explorar novas áreas. Fizemos uma farrinha bem gostosa no Sudoeste. No sábado, depois de um dia de ócio, eu e Van pegamos um filminho no cine Brasília - aliás, um espetáculo, daqueles cinemões antigos, enormes, que mais parecem um teatro, sacam? - e ficamos depois na casa dela ouvindo samba. Ah, o filme foi Dois Perdidos numa Noite Suja, que eu ainda não tinha assistido e que não só adorei, como recomendo. E hoje, depois de passar o dia na preguiça, lendo e ouvindo a chuva cair, assisti a um espetáculo maravilhoso da companhia de bonecos Giramundo: Orixás. Amei. Os bonecos são lindos, os manipuladores são um arrado e o texto muito bonito. Na minha concepção, uma delícia de fim de semana...

P.S. Só que o próximo vai ser melhor, muiiiiito melhor!

sábado, 6 de novembro de 2004

Eu posso dizer uma coisa?
É tão bom quando saio com pessoas que considero inteligentes, das quais respeito as opiniões, e elas ouvem o que tenho a dizer com interesse...
Das duas, uma: ou eu sou páreo para elas, ou uma grande fraude.
Em qualquer uma das hipóteses, EU SOU UM MONSTRO!
Agora eu pergunto: qual era mesmo a dúvida?!

quarta-feira, 3 de novembro de 2004

Uma pequena lenda
Uma vez, o Amor e a Morte estavam passeando de mãos dadas e resolveram parar para descansar. Colocaram suas flechas em lugar seguro e adormeceram. Quando o Amor acordou, era noite e estava muito escuro. Como uma de suas características é a urgência, o Amor pegou suas flechas, e seguiu, sem esperar pela Morte, que tranquilamente repousava. Apressado, o Amor não reparou que trocou os alforges. Por isso, dizem que as flechas do Amor são mortais.
Eu
Cheguei da aula de filosofia pensando em quantas mudanças tenho passado ultimamente. Fui ler alguns posts antigos e vi que, nos últimos três anos, morei em 3 casas, em 3 estados distintos. Vi que, mesmo sem perceber, vou seguindo, vou correndo, não páro, não reluto. Sigo em frente e não olho pra trás. Interessa-me o que vem pela frente.
Eu
Sou ansiosa. Às vezes até gostaria de ser mais complacente, deixar-me levar de acordo com o curso dos acontecimentos, porém, estou muito acostumada a ser assim e credito a isso algumas das minhas vitórias e também a minha capacidade de ação, de busca pela tranquilidade, de tentar me sentir feliz, de ir em frente, crescendo emocional e profissionalmente.
Eu
Estou confusa. Ano que vem, talvez, outra mudança esteja por vir. Não sei se quero, não sei se vai ser possível, necessário, se é hora, se é válido. Irrita-me sentir isso. Prefiro quando não reluto, quando ouço meus sonhos, meus instintos, sigo o impulso. Mas só consigo agir assim com paixão, com a crença de que vai dar certo, mesmo que eu arrebente a minha cara na primeira oportunidade.
Eu
Gosto de pagar pra ver. Detesto o medo que paralisa, a prudência que deixa passar as oportunidades, os meios termos, as meias-verdades, a semi-vida. Sou intensa. Sou inteira. Prefiro o intenso rápido ao morno duradouro.
Eu
Ando pela borda do precipício, já disse. Posso cair, mas também posso voar. E um minuto de vôo vale mais do que mil quedas.

terça-feira, 2 de novembro de 2004

Ciúmes
Sou ciumenta, sim. Sou um poço de ciúmes, na verdade. Tenho um raio de uma possessividade que me é particular também. E o mais estranho é que essas duas facetas da minha personalidade englobam amigos, amores, casos, bichos, enfim... tudo que se mova e ao qual eu dedique afeto.
Não me questiono muito de onde provêem, nem o porquê de tudo isso. Talvez por eu ser filha única e residir na rede de relacionamentos a minha segurança emocional. Talvez por apenas eu ser uma louca psicótica. Talvez por querer manter perto de mim o que me é mais caro. De uma maneira nem sempre correta, vale ressaltar, já que essas duas peculiaridades já me causaram muito sofrimento.
Mas mesmo assim, ainda acho que sou legal. Que esse ciúme e essa possessividade são mais uma demonstração do quanto gosto, amo, preciso. Sei que nem todos concordam com isso, nem mesmo muito dos envolvidos (ou vítimas). Porém, não consigo agir diferente.
Quando digo meu amigo, meu amor, meu alguma coisa, é de verdade. Sinto-os meus, partes de mim, necessários a minha sobrevivência, objetos do meu desvelo e da minha dedicação integral, incondicional, irrestrita. Quando eu dedico amor a alguém, essa pessoa entra num rol que muito me é caro. Sabe que pode contar comigo para o que der e vier; sabe que não será julgado antes de ser compreendido; sabe que se matar alguém, eu ajudo a esconder o corpo e que se fez merda vai ouvir um bocado, mas mesmo assim continuará a ser amado.
Diante de tudo isso que coloquei aqui, eu pergunto: é tão ruim assim ser ciumenta e possessiva?

segunda-feira, 1 de novembro de 2004

Andei pensando numas coisas...
Mas como ultimamente isso não tá me fazendo bem, fui ao cinema.
Mas por falar em sábado...
Há tempos eu não fazia uma bagaceira tãããão grande!
Tudo começou com uma inocente cervejinha no bar para aproveitar a tarde, que se tranformou numa festinha em casa e samba na cabeça da vizinha até de madrugada. Litros de cerveja depois, o saldo: alguns amigos bêbados, uma casa destruída, a dona da casa sem condição de colocá-la em ordem e muito menos de cumprir toda a programação social do dia seguinte... Ê destruição!
Ui!
Tô com uma dor nas costas que tá me matando... Não sei se reflexo puramente emocional de sexta ou fruto das estripolias de sábado, mas o fato é que tô me sentindo uma velhinha, andando toda encurvada, pra não morrer de dor. Ai, que falta faz ter dinheiro pra procurar um bom massagista e submeter-me a uma boa sessão de acupuntura...